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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Ácidos gordos essenciais

      "Ouvimos falar tantas vezes em ómega 3 e em ómega 6 que já estamos habituados a eles, mas será que sabemos realmente o que são e para que servem?
Tanto os ácidos gordos ómega 3, como os ómega 6, são importantes componentes das membranas celulares, constituindo em simultâneo precursores para variadas substâncias do nosso organismo, tais como as envolvidas na manutenção da pressão arterial e na resposta inflamatória.
Tem havido cada vez mais evidências que suportam a teoria de que os ácidos gordos ómega 3 apresentam um papel protector contra doenças cardíacas fatais, sendo também sabido que apresentam efeitos anti-inflamatórios, o que pode ser importante tanto nesta como noutras doenças. Simultaneamente tem existido um crescente interesse no papel dos ácidos gordos ómega 3 na prevenção da diabetes e de determinados tipos de cancro.

Porque é que se diz que são essenciais?
       O organismo humano é capaz de produzir todos os ácidos gordos de que necessita, com a excepção de dois: o ácido linoleico, LA, (um ácido gordo ómega 6) e o ácido alfa-linolénico, ALA, (um ácido gordo ómega 3). Estes devem ser consumidos a partir da alimentação e são por este motivo denominados como “ácidos gordos essenciais”.
Ambos os ácidos gordos são fundamentais para o crescimento e reparação do organismo, podendo ser também utilizados para a produção de outros ácidos gordos (por ex. ácido araquidónico (AA) é obtido através do LA). Contudo, uma vez que a conversão dos ácidos gordos ómega 3, do ácido eicosapentenóico (EPA) e do ácido docosahexanóico (DHA) é limitada, recomenda-se que fontes destes sejam também incluídas na dieta.
Os ALA e LA podem ser encontrados nos óleos de vegetais e de sementes. Apesar dos níveis de LA serem normalmente muito mais elevados do que os de ALA, os óleos de colza e noz são boas fontes destes últimos."